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AUMENTE O SEU RETORNO                  
 
                   

DICAS INFANTIS
11 - O QUE FAZER QUANDO AS CRIANÇAS QUEREM DORMIR COM OS PAIS 12 - PINTURA A DEDO
13 - HIPERATIVIDADE 14 - COMO FAZER MASSINHA DE MODELAR EM CASA
15 - DICAS PARA PREVENIR VERME EM CRIANÇAS 16 - DICAS DE MATERIAL PARA PINTURA INFANTIL
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INFANTIS
 
       
    Escola Fabiano Bueno
11 - O QUE FAZER QUANDO AS CRIANÇAS QUEREM DORMIR COM OS PAIS Valério Freios
   
   

"Quem de nós não se lembra, quando da nossa infância, ao anoitecer,
aquela corrida com os lençóis debaixo do braço rumo ao quarto dos nossos pais?!…
Chegávamos de mansinho e íamos logo pulando na sua cama e junto à eles nos acomodávamos.

A cama da mamãe e do papai é mais gostosa, o sono é mais agradável e a companhia deles é algo mágico e encantador!

Esta situação retrata um problema que muitos pais estão passando atualmente, um costume que há

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muito tempo vem sendo palco do desassossego para a família. O que fazer para mudar esta situação na hora de dormir?

Brincar e desfrutar um pouco da companhia dos pais é muito gostoso e saudável para a criança, mas o que não pode acontecer, é virar uma rotina e a criança só querer adormecer e passar à noite com os pais em sua cama.

Cada um deve ter seu espaço na casa, cada cômodo é um lugar específico e de utilidade também específica, não devendo confundir e ir educando as crianças, desde cedo, a não aceitar e nem compreender as regras, estilos de cada família.

Devemos tratar as crianças, desde as pequeninas, de maneira que possam entender e saber o significado e do valor que é a disciplina, do que pode e não pode fazer. É importante lembrar que antes de qualquer punição ou ordem a cumprir, se faz necessário conhecer previamente os direitos e deveres de cada membro familiar, para que a criança não venha a ser punida por algo que não sabia.

Assim, compete aos pais educarem seus filhos e propiciarem um desenvolvimento saudável,
cheio de descobertas e principalmente, com muito diálogo e compreensão de ambas as partes.

Se ao anoitecer a criança alega ter medo do escuro, não consegue dormir sozinha, se estar insegura ou qualquer outro motivo, compete aos pais sentar e conversar com a criança e mostrar que todos esses sentimentos não fazem sentido quando os têm por perto. Então podemos criar uma certa rotina:

- a hora de ir para cama deve ser um momento agradável e não um castigo pelo fato da criança ter feito algo errado;

- procurar criar um horário adequado para ir dormir todos os dias, embora nos finais de semana este possa sofrer uma pequena alteração;

- contar historinhas e fazer com que a criança sinta-se segura e caso aconteça qualquer episódio durante à noite, os pais estarão bem pertinho para ajudá-la;

- as sombras ou ruídos estranhos fazem parte da noite, são reflexos de alguma iluminação ou mesmo barulhos da rua;

Desta forma, assegure a seu filho que vocês estarão sempre por perto, que ele é muito importante em suas vidas e quando sentir alguma necessidade basta apenas chama-los. Se necessário, pode deixar uma luz acessa e permitir a criança dormir com um objeto que muito lhe agrada, um bichinho de pelúcia, por exemplo.

É importante lembrar que o medo existe, principalmente na faixa etária entre 2 a 4 anos, mas é algo passageiro, caso contrário, procure ajuda de um especialista.

Educar o filho é amar, compreender suas necessidades e acima de tudo aceitá-lo com suas limitações e inseguranças.

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    Enigmas JT
12 - PINTURA A DEDO Anuncie JT
   
   

Que a pintura é uma atividade que as crianças adoram é desnecessário dizer.
Mas, aqui você vai aprender como ir além do simples ato de pintar...
A pintuta a dedo é uma das mais fascinantes atividades para as crianças.
A parte mais difícil é acabar com a brincadeira depois que ela começa.
Aqui você vai aprender a fazer, a um custo muito baixo, sua própria tinta atóxica,
para suas atividades de pintura a dedo ou mesmo com pincel.

Veja a seguir 2 Receitas simples para desenvolver a atividade de Pintura com os Dedos:

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Para desenvolver a atividade será necessário o seguinte material:
Papel branco lustroso ou um pouco opaco pouco mais grosso que a cartolina;
Mesa lavável ou oleada para protegê-la;
Bacia com água para molhar a folha de papel;
Aventais de matéria plástica;
Tintas (que serão elaboradas conforme a receita abaixo).

RECEITAS:
1) A um Mingau ralo feito de maizena ou polvilho, adiciona-se anilina vegetal na cor desejada, e se obtém uma boa tinta atóxica.
De acordo com a espessura do mingau se controla a consistência da tinta, para mais fina ou mais grossa.

TÉCNICA PARA APLICAÇÃO DESTA RECEITA:
Com a palma da mão espalha-se a tinta sobre a superfície lisa do papel.
Com os dedos ou com a mão desenham-se as formas desejadas.


2) A um Mingau ralo de polvilho, junta-se uma colher das de sopa de Sabão em flocos (em pó) e o
pó de pintar da cor desejada para dar o colorido.

TÉCNICA PARA APLICAÇÃO DESTA RECEITA:
Passa-se a folha de papel na bacia com água e deita-se a mesma sobre a mesa, alisando-a com as mãos.
Com as mãos espalhar a tinta sobre o papel todo e, depois, com a ponta dos dedos abertos ou fechados,
a palma da mão ou com o pulso pode-se obter linhas e movimentos bem interessantes."

 

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13 - HIPERATIVIDADE Sinal Verde
   
   

A hiperatividade é um tipo de conduta em que a criança está em constante estado de inquietude, de alerta, de impulsividade e sem controle. Os profissionais que lidam com estas crianças, devem estar atentos pois trata-se de uma conduta difícil de avaliá-la. É uma conduta complexa com sintomas amplos que afetam essas crianças. Os sintomas podem ser exacerbados por fatores orgânicos, ambientais, situacionais (pelos amigos, problemas de aprendizagem e até o seu próprio estado emocional). Com este alerta queremos abordar a dimensão da problemática de uma criança acometida deste mal, mais conhecida como Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH).O TDAH é caracterizado por início precoce; uma combinação de um comportamento hiperativo e pobremente modulado com desatenção marcante, falta de envolvimento persistente nas tarefas e conduta invasiva nas situações e

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persistência no tempo dessas características de comportamento. Este transtorno tem sua origem sempre nos primeiros cinco anos de vida. Sendo suas principais características: a falta de persistência em atividades que requeiram envolvimento cognitivo e uma tendência a mudar de uma atividade para outra sem concluir nenhuma, junto com uma atividade excessiva, desorganizada e mal controlada.

Essas características persistem através dos anos escolares e até mesmo na vida adulta. Várias outras anormalidades podem estar associadas a esse transtorno, tendo em vista que crianças hiperativas são assiduamente imprudentes e impulsivas, propensas a acidentes e incorrem em problemas disciplinares por infrações não premeditadas. Seu relacionamento com adultos é, com freqüência, socialmente desinibido, com uma falta da precaução e reserva normais; são impopulares com outras crianças e podem-se tornar isoladas.

É comum o comprometimento cognitivo e atrasos específicos do desenvolvimento motor e da linguagem; complicações secundárias incluindo comportamento anti-social e baixa auto-estima. Sendo comum a essa síndrome, a dificuldade de leitura associada e/ou outros problemas escolares. A atenção comprometida é manifestada por interromper tarefas prematuramente e por deixar atividades inacabadas, em decorrência de constante mudança de uma atividade para outra, parecendo perder o interesse em uma tarefa, porque as crianças se distraem com outras. No processo diagnóstico, é importante estar atento para esses déficits na atenção, devendo a mesma ser compatível com a idade e desenvolvimento da criança.

A falta de terminologia adequada entre as duas classificações aceitas atualmente, a denominação de Transtorno do Déficit de Atenção (DSM-IV), compreende uma série de problemas em crianças, que antes eram diagnosticadas como hiperativas, hipercinéticas, Lesão Cerebral Mínima ou Disfunção Cerebral Mínima. O termo hiperatividade tem induzido a erros, pois tem sido utilizado como sinônimo de “incapacidade de aprendizagem”, e muitas crianças com esta síndrome estariam impossibilitadas de aprender, por outro lado, outras crianças com dificuldades de aprendizagem não são hiperativas.

A maior limitação encontrada nos esquemas diagnósticos atuais é a falta de critérios operacionais que sejam aceitos universalmente. Apesar dos critérios incluírem sintomas comportamentais específicos, ainda há necessidade de um julgamento clínico subjetivo, no sentido de decidir se tal comportamento pode ser qualificado como um sintoma ou sinal diagnóstico ou se o conjunto de comportamentos aberrantes encontrado, é suficientemente importante em nível funcional para ser considerado como uma entidade nosológica.

As crianças com TDAH, geralmente, apresentam sintomas associados que não são essenciais para o diagnóstico. Podem fazer parte destes sintomas anormalidades no desenvolvimento motor, distúrbios da coordenação motora, tiques, distúrbios do aprendizado, atrasos no desenvolvimento da linguagem ou fala, distúrbios do sono, enurese, encoprese, imaturidade emocional, desorganização, dificuldades na interação social, negativismo, distúrbios emocionais e comportamentos anti-sociais.

Quando, através de sua conduta, a criança demonstra para seus pais que alguma coisa difere das demais, a trajetória destes é, primeiramente, o consultório do pediatra. E partindo dessa procura aos profissionais, é de suma importância que estes utilizem instrumentos objetivos, cujas medidas sejam válidas e precisas, de maneira que permitam estabelecer critérios claros para o diagnóstico da Hiperatividade Infantil, pois, partindo da utilização de um instrumento deste tipo, ele poderá decidir sobre a necessidade de procurar ou não um especialista da área. A evolução diagnóstica é realizada através da história clínica pelos pais, familiares mais próximos e professores, exames neurológicos, provas psicolólgicas, exame físico e EEG. Um dos dados principais da evolução da criança é a informação dada pelos professores sobre os problemas acadêmicos e o comportamento na escola. Através da Anamnese, a mãe relata que a criança é muito viva, ativa e exigente, com intensas respostas emocionais e problemas com a alimentação e o sono, nos primeiros meses de vida, apresentando dificuldades para manter-se quieta na cama e estabelecer seu ritmo de atividade diurno.

Convém salientar que na escola estas crianças apresentam problemas na organização acadêmica, na escrita ou leitura. Dificuldades nos exercícios escolares e a própria dificuldade de manter uma relação de amizade com as demais crianças de sua idade. Essas queixas são as mais relevantes, apontadas tanto pelas professoras e os pais.

No tocante as atividades escolares, as crianças portadoras de TDAH apresentam como sintoma central a dificuldade na manutenção da atenção, implicando realização de várias tarefas ao mesmo tempo e sem terminar nenhuma delas. Em classe, não respondem às perguntas feitas pela professora e recusam participar das atividades didáticas. No recreio não sabem obedecer às normas dos jogos e nem perder. Falam todas ao mesmo tempo, não conseguem esperar sua vez, são bastante prepotentes e mandonas, acarretando para essas crianças um limite muito baixo de frustração.

Durante anos, com a constante modificação terminológica sofrida por essa patologia, os TDAH tiveram, como principal impasse, a elaboração de instrumentos para sua avaliação. Uma vez que, para o diagnóstico preciso destes é necessário que o pesquisador ou clínico informe-se detalhadamente sobre a conduta da criança, quer dizer, sugere-se o uso de instrumentos que permitam quantificá-la, levá-la a critérios operacionais. Estas condutas, entretanto, não podem ser situacionais, resultado de um determinado ambiente, sob pena de enviesar o diagnóstico, elas devem ser, necessariamente, massivas.

Entre os instrumentos mais utilizados para rastrear a sintomatologia dos Transtornos Hipercinéticos, destacamos o Questionário Abreviado de Conners para Pais e Professores. Este foi construído e validado na Austrália em 1969 por CONNERS, e logo adaptado para outros países, com ampla difusão. No Brasil, o questionário foi validado em 1997 por BARBOSA, DIAS e GAIÃO.

Assim, gostaríamos de mais uma vez, salientar a importância de intervirmos o quanto antes com as crianças hiperativas, pois só assim, estaremos deixando a nossa contribuição no sentido de alertar os profissionais que lidam com essas crianças, e para que possam ter subsídios para melhor realizarem suas atividades clínicas, psicopedagógicas e acadêmicas. Com isso, conseqüentemente, a criança e seus familiares estarão sendo os mais beneficiados. Destacamos também, o quão é importante as medidas preventivas e necessário, a informação a respeito da nosografia, a etiologia e a prevenção destes transtornos que acometem as crianças, dificultando sua aprendizagem e a sua relação psicoafetiva.

O educador desempenha, a nosso ver, um papel primordial, pois de suas informações dependerão um melhor rastreamento da sintomatologia apresentada em classe e na própria escola. É ele quem vê, conhece e observa as crianças. Os demais profissionais somente intervêm na criança. Poderíamos aqui destacar alguns fatores que observamos nestas crianças, partindo das informações das professoras. Entre eles temos: isolamento familiar, ausência dos pais por trabalharem, a pobreza e a dificuldade de identificação com o mesmo sexo (pai ou mãe), choro, desorganização nas tarefas, agressividade.

Chamamos atenção, também, para os erros educativos que, sobremaneira, podem estimular ou desenvolver na criança uma conduta hiperativa. A educação muito imperativa e autoritária, a educação discordante, impulsiva e a carência educativa, adicionando-se aos maus exemplos dos professores e dos próprios pais são, sem sombra de dúvidas, fatores de risco que implicam um mau rendimento escolar.

Adriana Gaião e Barbosa
Psicóloga Clínica Infantil e Escolar

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14 - COMO FAZER MASSINHA DE MODELAR EM CASA Anuncie JT
   
   

A receita é fácil e um programa incrível para fazer em casa, com filhos ou sobrinhos. Quem gosta de fazer esculturas com massinha vai adorar poder escolher as cores!

Massinha caseira

Ingredientes:

2 xícaras de farinha

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2 xícaras de água

1 xícara de sal

2 colheres de óleo de canola

1 colher de sopa de creme de tártaro (que pode ser comprado em grandes supermercados ou em casas de confeiteiro)

Corantes alimentares ou corantes naturais, como suco de cenoura concentrado.

Como faz:

1. Misture todos os ingredientes em uma panela e leve ao fogão em fogo baixo. Mexa até que a massa desgrude da panela e forme uma bola.

2. Retire a massa quente e coloque sobre o balcão para amassar. Em seguida, divida em bolas para colorir.

3. Faça um buraco no centro de cada bola e coloque a cor desejada em cada uma delas. Depois, amasse cada bola novamente para misturar as cores. Se não quiser ficar com a mão tingida, use luvas.

4. Sua massinha está pronta! Ela dura um mês se você mantiver bem guardada, em um potinho, quando não for usar.

 

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     Organização Caliman
15 - COMO PREVENIR VERME EM CRIANÇAS Anuncie JT
   
   

" A prevenção é fácil. Lavar sempre as mãos das crianças, seus brinquedos ou qualquer outro objeto que a criança leve à boca, cortar as unhas dos pequenos sempre, lavar bem frutas e legumes, cozinhar bem os alimentos, evitar deixar as crianças andarem descalças, não beber água de lugares de origem duvidosa e cuidar bem da higiene dos animais domésticos que podem ser transmissores de parasitas.

São ações fáceis de se realizar que pode prevenir seu filho dos vermes.

Dicas:

Ao fazer papinha para seu filho, lave bem as mãos antes de começar e lave muito bem as frutas e legumes que irá usar. As mãos e alimentos podem estar contaminados com larvas ou ovos de

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parasitas.

Se sua criança estiver em constante desânimo, sem vontade de brincar, desconfie de algum parasita. Observe suas fezes e leve-a para o médico.

Não deixe a criança beber água de recipientes ou lugares de procedência desconhecida. Essa água ou recipiente podem estar contaminados."

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    Tok Finalle
16 - DICAS DE MATERIAL PARA PINTURA INFANTIL Motel Island
   
   

"Engana-se quem pensa que só existem os lápis de cor, o giz de cera e as tintas guache para as crianças soltarem a imaginação e fazerem lindos e criativos desenhos. Ao longo dos anos, diversos materiais foram criados exclusivamente para a pintura infantil. Inclui-se neste rol de produtos as tintas para pintura com dedos, os carimbos coloridos, os atiradores de tintas (pistolinhas para pintura), dentre outros. Portanto, confira abaixo dicas e sugestões de compras de Outros Artigos para Pintura Infantil.

Sugestão de Pesquisa de Artigos para Pintura Infantil
Tinta facial Infantil
Tinta de Dedo Infantil

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Tinta Guache
Atirador de Tintas Infantil

Quais são os acessórios mais indicados para crianças de 3 a 5 anos?
Existem alguns materiais de pintura que são desenvolvidos especialmente para crianças desta faixa etária, como:
Adesivos em veludo, com 5 canetinhas hidrográficas LIG.
Tintas com formatos especiais, para facilitar que as crianças pequenas as utilizem;
Tintas para pintura a dedo, com forminhas divertidas, como trenzinhos, borboletas, dentre outros;
Massinhas para modelar acompanhadas com tintas para colorir.

Quais itens posso comprar para estimular crianças de 6 a 7 anos a pintar?
Para incentivar as crianças a fazerem pinturas, você pode montar um kit, contemdo:
Cavalete com moldura;
Lápis preto;
Blocos de papel aquarelável;
Blocos de papel vegetal;
Papel carbono;
Estojo de lápis de cor aquarelável;
Giz de cera;
Tinta de dedo;
Tinta guache.

Para crianças de 8 anos ou mais, quais itens são mais recomendados?
As crianças a partir de 8 anos já possuem uma boa coordenação motora, o que faz com elas possam arriscar mais nos brinquedos de pintar. Alguns acessórios interessantes são:
Kits de aquarela;
Lápis aquarelados;
Telas para quadros;
Kits para alquimia de pintura, dentre outros.

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